terça-feira, 8 de julho de 2008

O Amor e o Medo

Existem apenas dois sentimentos: o Amor e o Medo.
Sao duas forças propulsoras, com a diferença de que a primeira propoe a elevaçao, a evoluçao, o crescimento. Enquanto o medo é a força que reprime, que condena, que impede.

O Amor é Luz, é a clareza e a confiança de que tudo tem uma grande razao de ser, que tudo tem o seu lugar no universo, o seu momento. O Amor se baseia na Fé. Na segurança de seguir em frente.

O Medo é a fome. A ausencia de Luz - seu alimento. Medo é uma sombra do Ego. é a insegurança, a marcha ré da humanidade.

Ambas as forças sao alimentadas de si mesma: o Amor nutre-se de Amor, e quanto mais Luz, Fé e confiança, mais Amor; o Medo se alimenta do proprio Medo: a falta de confiança, ou porque nao dizer pela falta de Amor...

Sendo assim, podemos combater o Medo Amando-o! E para isso basta termos consciencia de sua presença e dar-lhe um pouco de atençao, mas nao alimenta-lo! Dar-lhe Luz, um tanto de Fé, se possivel...

E assim vamos seguindo... entre Amor e Medo...

sexta-feira, 4 de julho de 2008

As Cores dos Meus Dias

Quando acordo vejo tudo verde: sinto a esperança de um dia produtivo, cheio de pequenas-grandes realizaçoes!

Passam-se algumas horas, e com elas vivo:

o branco - vazio, porém repleto de paz
o azul - serenidade, longividade
o vermelho - sangue pulsando nas veias
o amarelho - a fome de sempre querer mais
o roxo - de raiva de alguma coisa que nao vai
o lilas - daquela raiva ja indo embora...
o amarelo de novo - pois tenho fome de tres em tres horas, mais ou menos
o marrom - necessidades fisiologicas; deve haver algo podre no ar, mesmo em pensamentos
o preto - ausencia total. Momento breo.
o rosa - trazendo-me o amor... a esperança de que tudo se resolve num pequeno gesto de amor...

E assim vou praticando as cores do iris... as cores que representam os sentimentos, as revoltas e reviravoltas que dou em cada passo seguido.

Tantas cores a descobrir... tantas outras cores a criar com a mistura, com o encontro de outras cores!

Agora estou branca. Tenho todas as cores em mim, mas nao quero pensar no depois.

Algum sentido

Vivo pra realizar meus sonhos
Sigo semeando
Agora em outros cantos
Do que sempre foi meu em devaneio

Se a vida é feita disso ou daquilo eu nao sei
Vivo pra saber, pra conhecer
E acima de tudo vivo pra vivenciar meus sonhos

A porta de entrada para o lado de fora das coisas
Esta sempre muito mais dentro do nosso campo de visao
Do que a propria razao ou emocao reconheçam