De-me o teu nome
E faco dele um marco
Uma afoito grito do meu próprio suspiro
Alívio... leito... me deleito
De letras e sombras somos feitos
No peito a marca cravada
NO olhar a sombra do corpo
Na alma o gozo compassado
Minha norma é minha forma
Meu intento é ser feliz
Mergulhar no meu obscuro
Conhecer o que me diz
De tudo aquilo que eu digo
Que de letras formam palavras
Que traduzem um pensamento
De algo bem mais fundo que eu tenho
Nome sao letras
A que se prendem sentidos
Nao quero mais um nome
Basta traduzir o embutido
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